Sou nada!
Sou aquilo que sou
E deixo de ser coisa alguma.
Sonho com o Infinito
Mas apenas o Indefinido se me afigura
Em frente dos olhos cansados e secos
Que teimam em se fechar
Num sono sem alvorada.
A noite cai...
Baixo os braços e esmoreço
Num suspiro que me afoga
Oh, pobre guerreiro sem espada,
Bate como quem sofre,
Morre como quem vive.
Filipe Pimentel
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