quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Sou nada!
Sou aquilo que sou
E deixo de ser coisa alguma.


Sonho com o Infinito
Mas apenas o Indefinido se me afigura
Em frente dos olhos cansados e secos
Que teimam em se fechar
Num sono sem alvorada.

A noite cai...
Baixo os braços e esmoreço
Num suspiro que me afoga
A alma lacerada, e o coração,
Oh, pobre guerreiro sem espada,
Bate como quem sofre,
Morre como quem vive.
                    
                                                                           Filipe Pimentel

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